domingo, 7 de abril de 2013

DIREITOS HUMANOS



O Brasil é repleto de contradições. Larry Rohter correspondente do The New York Times, quase foi expulso do país, quando disse que Lula gostava de tomar uma cachacinha e, nenhuma entidade dos Direitos Humanos se manifestou contrária à medida adotada pelo ex-presidente.

A pedido de Raúl Castro, Lula mandou deportar dois boxeadores cubanos que abandonaram a delegação durante os Jogos Pan-Americanos no Brasil, em 2007. Nenhuma entidade de defesa dos Direitos Humanos se manifestou sobre o caso.

José Genoino - condenado no mensalão por formação de quadrilha e corrupção ativa, assumiu a vaga de suplente na câmara federal, é integrante da CCJ. Novamente as entidades dos Direitos Humanos também ficaram inertes.

Hoje, as mesmas entidades dos Direitos Humanos jogam pedra na atual "Geni" - o pastor Marco Feliciano. Estranho não?

*Também sou contrário à permanência de Marco Feliciano na frente da Comissão de Direitos Humanos, mas protesto de forma civilizada. A História prova que a barbárie jamais trouxe bom resultado.

sábado, 6 de abril de 2013

IVAN LINS




Ivan Guimarães Lins nasceu no Rio de Janeiro (RJ) em 16 de Junho de 1945. Filho do militar Geraldo Lins e de Leia Guimarães Lins. Aos dois anos de idade, mudou-se com a família para Massachusetts, EUA, alí permanecendo por três anos. De volta ao Brasil, foi matriculado no Colégio Militar, onde, aos 12 anos, teve seu primeiro contato com a música, por intermédio da banda do colégio.

Aos 18 anos aprendeu piano, de "ouvido", passando a tocar Jazz e Bossa Nova. Em 1968, chegou à final do Festival Universitário da TV Tupi com a música - Até o amanhecer (com Valdemar Correia). Formou-se em química industrial pela UFIU em 1969. Nesse mesmo ano, Elis Regina gravou com enorme êxito a canção - Madalena (com Ronaldo Monteiro); e, em 1970, obteve o segundo lugar no V FIC cantando - O amor é o meu pais (com Ronaldo Monteiro), música usada nos aviões da Varig na subida a bordo dos passageiros de voos internacionais.

Por essa época, foi convidado com Aldir Blanc, Gonzaguinha e outros, para comandar o programa Som Livre Exportação, da TV Globo. Em 1974 lançou o álbum - Modo livre, pela RCA, com o sucesso - Abre alas, que inaugurava a parceria com o letrista Victor Martins. No ano seguinte, ainda pela RCA, lançou Chama acesa. Em 1977 conseguiu outro grande sucesso com a música - Somos todos iguais esta noite (com Victor Martins), lançada em disco homônimo pela Odeon.

No ano seguinte, lançou o LP - Nos dias de hoje e, em 1979, A noite, ambos pela Odeon. No início da década de 1980, sua música - Começar de novo (composta em 1979, com Victor Martins) obteve êxito na interpretação de Simone. Na mesma ocasião, fez sucesso com o LP - Novo tempo (Odeon). Transferiu-se em 1981 para a Polygram e lançou o disco - Daquilo que eu sei. Dois anos depois, gravou o LP - Depois dos temporais (Polygram).

A partir de 1985, passou a gravar nos EUA e a realizar turnês internacionais. A repercussão alcançada o levou a criar uma editora nos EUA, a Dinorah Music, ligada à produtora de Quincy Jones. Com o reconhecimento internacional, suas músicas foram gravadas por George Benson, Sarah Vaughan, Ella Fitzgerald, entre outros. Em 1989 gravou pela WEA o disco - Love dance, todo em inglês. Nesse mesmo ano, lançou no Brasil o disco Amar assim (Polygram).

Ao comemorar 20 anos de carreira, em 1990, realizou uma turnê pelo Brasil e lançou o disco Ivan Lins - 20 anos (Som Livre). Criou em 1991 a gravadora Velas, graças ao amigo, parceiro e sócio Victor Martins, com o objetivo exclusivo de lançar novos talentos e de resgatar as raízes da musica brasileira. Como produtor e empresário, lançou cantores como Chico César, Lenine e Belô Veloso.

terça-feira, 2 de abril de 2013

EMENDA DA “IGUALDADE”



Hoje é um dia muito importante para milhões de brasileiros. Na noite desta terça-feira, 02, foi promulgada pelo Congresso Nacional a PEC n° 66/2012 - Emenda Constitucional que garante aos empregados domésticos os direitos trabalhistas já assegurados aos demais trabalhadores.

A Emenda Constitucional dos empregados e empregadas domésticas, como ficou conhecida, veio para corrigir uma grande falha na CLT. Irá beneficiar mais de 7 milhões de brasileiros, dos quais, 97% são mulheres.

Dentre os principais direitos estão: Jornada semanal de 44 horas, pagamento de horas extras, licença maternidade, aviso prévio e seguro desemprego. O auxílio-creche, o FGTS e o adicional noturno ainda estão pendentes.

É o Brasil tentando encontrar o rumo da igualdade, ainda tão desigual.